Eu digo NÃO!

Em defesa da língua portuguesa, o autor deste blogue não adopta o "acordo ortográfico" de 1990 por este ser inconsistente, incongruente e inconstitucional, para além de, comprovadamente, ser causa de crescente iliteracia em publicações oficiais e privadas, na imprensa e na população em geral.


07/07/2014

Destaque


Rafael Vilas-Boas sagrou-se campeão nacional do triplo salto
(Campeonato Nacional de Juniores no Luso)

05/07/2014

Limpeza

Hoje é para começar a partir do Centro Termal do Eirôgo e depois para Vessadas.

Histórias do barro III


Não se sabe a data exacta do nascimento da artesã Rosalina Pereira, certo é que nasceu, no ano de 1879, no lugar de Santo Amaro, em Galegos (Santa Maria), e que era filha de João Rodrigues e Maria Pereira.
O seu labor sempre foi o de jornaleira, contudo, quando casou, aos 43 anos, com João Domingos da Rocha, mais conhecido por Domingos “Côto”, célebre artesão deste concelho, construiu uma nova vida ligada à arte popular.
Antes deste casamento, Rosalina teve um filho, Manuel Pereira, seu único descendente. Também ele preconizou uma vida ligada ao barro, juntamente com a sua esposa, Ana “Baraça”.
Rosalina depressa se deixou deslumbrar pelos encantos do barro. Passou a dedicar-se, essencialmente, à feitura de “loucinha de brincar”, termo utilizado para caracterizar pequenas figuras, como por exemplo, bonequinhas, passarinhos ou apitos, que serviam muitas vezes para entreter as crianças, “eram os brinquedos de antanho”. 
Embora de uma simplicidade extrema, as suas criações expressavam nitidamente a riqueza de uma vivência pura e campesina, mas cheia de simbolismo e singeleza. A pobreza das cores, que caracterizava as suas peças, dava aos seus “bonecos” um fascínio recatado e, ao mesmo tempo, belo. 
Desconhece-se a data da morte desta artista popular, no entanto, pensa-se que terá falecido, por volta de 1950, em Galegos (Santa Maria). 
Deixou este mundo com uma longa história de vida e de labor onde depositou paixão e dedicação, como tantos outros com “vidas de barro”. 
(In C. M. Barcelos)

04/07/2014

Histórias do barro II


Manuel Valada nasceu, a 3 de Maio de 1880, em Galegos (Santa Maria), e era proveniente de uma família de origem barrista. Foi pai da conceituada artesã Ana “Baraça”.
Valada foi rodista e dedicou-se, principalmente, à feitura de cerâmica rústica (cerâmica de tom alaranjado torrado, quase avermelhada) destinada aos usos domésticos. Fazia peças como alguidares, infusas, canecas, cântaros e potes.
Também fez algum figurado, tipo de artesanato que lhe permitia expandir a sua imaginação.
Manuel Valada, como muitos homens daquele tempo, emigrou muito novo para o Brasil. Permaneceu neste país cerca de vinte anos, onde continuou a arte que, sublimemente, lhe saía das mãos. Quando regressou a Portugal, ampliou a oficina e continuou a trabalhar durante muitos anos acompanhado da esposa Luísa Lopes, também barrista, e dos filhos.
Apesar da forte tradição barrista existente na freguesia de Galegos (Santa Maria), ainda hoje bem visível, este homem do povo foi um dos mais distintos da sua geração. 
Faleceu aos 79 anos, na terra que o viu nascer, no dia 27 de Março de 1960. Após o seu falecimento, ficou a certeza de que da sua obra, quer através da sua vida, quer através da sua história, emanou um legado artístico e admirável que se perpetua no trabalho de muitos artesãos da actualidade. 
(In C. M. Barcelos)

03/07/2014

Destaque


(filho do Álvaro Teixeira do Lugar de Portela)

Histórias do barro I

                                                      

De seu nome verdadeiro, João Domingos da Rocha, nasceu em 1877, em Galegos (Santa Maria), e a ele se atribui a elaboração do primeiro exemplar do célebre Galo de Barcelos, embora esta teoria não seja unânime.
Era filho de João Baptista da Rocha e de Ana da Rocha, iniciando-se cedo na arte da olaria e do figurado. Aos 21 anos de idade casou com Emília Maria de Faria, com quem teve oito filhos. Rosa, João e António "Côto" seguiram-lhes as pisadas. Este grande nome do artesanato barcelense morreu, aos 71 anos, a 1 de Maio de 1959.

30/06/2014

Convívio


O CAG - Clube Académicos de Galegos comemora mais um aniversário da sua fundação com um convívio no próximo dia 12 de Julho.
Do programa da festa consta uma partida de futebol no ringue, pelas 17 horas, para desenferrujar as pernas, romagem ao cemitério para homenagear os elementos entretanto falecidos e finaliza com o jantar em casa do David Ermida. 

Começa hoje!

27/06/2014

Limpeza da freguesia











                             






Sábado há mais, vamos continuar a limpar Galegos (Santa Maria)

Adiado


Por motivo de manutenção do ringue, o início do torneio de formação do Santa Maria F.C. foi adiado para o próximo dia 30 de Junho, segunda-feira.