Eu digo NÃO!

Em defesa da língua portuguesa, o autor deste blogue não adopta o "acordo ortográfico" de 1990 por este ser inconsistente, incongruente e inconstitucional, para além de, comprovadamente, ser causa de crescente iliteracia em publicações oficiais e privadas, na imprensa e na população em geral.


31/12/2008

FELIZ 2009!

A todos desejo um Feliz 2009.
Que o novo ano tenha tudo que faltou em 2008, mas acima de tudo felicidade, amor e saúde.
Até 2009.

30/12/2008

Ainda as estremas com Roriz!

Na sequência da mensagem anterior, revelo hoje os limites entre Santa Maria de Galegos e S. Miguel de Roriz registadas em 18/09/1509 - Secção Registo Geral – livro número trezentos e noventa e um, folhas duzentos e dez e folha duzentos e vinte e quatro do Tombo de São Miguel de Roriz: “Ano do nascimento de Nosso Senhor Jesus Cristo de mil quinhentos e nove, aos dezoito dias do mês de Setembro na aldeia de Outeiro, freguesia de São Miguel de Roriz ao souto estando aí o Reverendo Padre João dos Santos Reitor do Mosteiro de Vilar de Frades bem assim estando aí Afonso Anes, Abade de Santa Maria de Galegos para assim sendo apegar e limitar os limites entre a Igreja de Roriz e Santa Maria de Galegos para cumprirem os mandados e constituições do Reverendíssimo Senhor Arcebispo, requereram a mim notário que se escrevesse tudo o que os limitadores e apegadores dissessem e tomaram para inquiridor para inquirir as coisas necessárias à dita apegação Afonso Gonçalves, Abade de São Martinho de Alvito, e lhe requererão que desse juramento dos Santos Evangelhos algumas testemunhas e inquirisse das partes por onde partia e demarcava as ditas freguesias e que cada um dissesse a verdade e logo o dito padre e o Abade de Santa Maria de Galegos disseram que as ditas freguesias começavam a partir na Pena Abelheira, e daí pelo cômaro (pequena elevação de terreno) de paredes (Agra de Paredes) e daí ao souto de três paredes e do dito souto à casa do mato direitos e da dita casa do mato vai a dita limitação direito ao cume do monte Lombão e daí corre direito Abrego (lado sudoeste nas antigas marcações) pelo cume de Lombão e daí aos Barreiros e dos ditos Barreiros a juncos maus.”
“E disseram os sobreditos padre e abade que da dita Pena Abelheira partem as ditas freguesias pelo cume do monte à ermida de S. João e que as ofertas da dita ermida eram de Roriz e mais disseram os sobreditos que era verdade que Santa Maria de Galegos passava as ditas demarcações e entrava na freguesia de Roriz e tomava o meio dos dízimos e premissas dos casais que Manhente tem na aldeia de Arrabaldo e na aldeia de Quiraz e dava água de Santa Maria de Galegos meio dos Sacramentos aos caseiros destes casais e a toda sua família. E porque os sobreditos sabiam que tudo isto era verdade e nesta posse estava cada uma das ditas Igrejas requererão a mim notário que escrevesse tudo e eles e o sobredito Afonso Gonçalves tomado pelo inquiridor assinaram isto para memória da verdade…”
Desta descrição sobressai um topónimo que se revela de importância vital para a compreensão do local exacto do início da narrativa: Pena Abelheira!
Onde fica esse local?
Já no Tombo de Roriz, um original de 1763, que entretanto desapareceu da residência paroquial após a morte do Padre Fonseca, e a que a monografia de Lijó faz referência nas páginas iniciais, começa a descrição dos limites de Roriz com Galegos precisamente no mesmo local, no marco do monte chamado Pena Abelheira, dali ao marco ao sul do Lugar de Arrabalde, onde chamam de..., o problema é esse, a fotocópia que me deram já não tem grande qualidade para se ler em condições, podemos tirar algumas coisas aqui ou ali, mas, principalmente nas margens, é muito difícil entender ou perceber o que lá está, aliás como poderão comprovar no documento acima.
Será que alguém pode ajudar a decifrar o documento?
Haverá alguém que possa ajudar a encontrar o original ou saiba mais pormenores sobre o assunto?
Digam alguma coisa, fico à espera...

29/12/2008

Documento Diocesano.

Trago à vossa consideração, um documento de 1925 dando conta de um pedido efectuado ao Arcebispo de Braga, D. Manuel Vieira de Matos, por um morador meeiro de S. Miguel de Roriz e Santa Maria de Galegos, solicitando a incorporação definitiva de sua casa na paróquia de Roriz: "D. Manuel Vieira de Matos, por mercê de Deus e da Santa Sé Apostólica Arcebispo e Senhor de Braga, Primaz das Espanhas e Assistente ao Sólido Pontifício, etc. ... Fazemos saber que nos autos de incorporação de uma casa na freguesia de S. Miguel de Roriz, do Arciprestado de Barcelos, demos e proferimos a seguinte sentença: Innomine Domini Amen. Vistos os autos, mostra-se que Joaquim António Alves Pinto, habitando uma casa meeira de S. Miguel de Roriz e de Santa Maria de Galegos, deste Arcebispado, e desejando pertencer definitivamente à freguesia de S. Miguel de Roriz, pede a incorporação da casa que habita na dita freguesia de Roriz; mostra-se que os Reverendos Párocos de Santa Maria de Galegos e S. Miguel de Roriz estão de perfeito acordo com esta incorporação: mostra-se que também é o parecer do Muito Reverendo Promotor de Justiça assim como o do Reverendíssimo Cabido da Sé Primal; pelo que havemos por bem, usando das faculdades que Nos concede o Direito, incorporar definitivamente na freguesia de S. Miguel de Roriz a casa agora habitada por Joaquim António Alves Pinto e que tem sido meeira daquela freguesia e da de Santa Maria de Galegos. Braga, vinte e oito de Abril de mil novecentos e vinte e cinco. Manuel, Arcebispo Primaz. Nada mais contém a referida sentença, para aqui fielmente transladada. Dado em Braga, sob o Nosso Sinal e o selo das Nossas Armas, aos 28 de Abril de 1925. Eu, Monsenhor Manuel Pereira Júnior, Notário a escrevi." Desde já um alerta, a autoridade dos Párocos como Presidentes da Junta Paroquial tinha acabado, a implantação da república em 1910 acabou com a Monarquia e o poder da Igreja, pelo que as funções administrativas das freguesias passou para os cidadãos, estes é que detinham o poder até então entre ao Padres das Paróquias. Assim, verificamos que o pedido do cidadão Joaquim António Alves Pinto só pode ser entendido como vontade de pertencer unicamente à Paróquia de S. Miguel de Roriz, deixando de ter dupla obrigação como até àquela altura, uma vez que tinha de satisfazer as obrigações perante o Padre de Galegos Santa Maria e o de S. Miguel de Roriz, não sei se simultâneamente ou alternadamente. Verificados os documentos, posso desde já confirmar que o referido paroquiano, Joaquim António Alves Pinto, ao contrário daquilo que o Abade de Galegos Santa Maria escreveu no boletim paroquial, não morava em Outeiro, nem a questão se centrava nesse Lugar. É que este senhor era o Pai do Sr. António Pó, o que mora no Lugar de Souto de Oleiros, o proprietário do Mercado do Pó, por isso temos como ponto de referência o Lugar de Arrabalde! A fotografia aérea disponibilizada acima, com a respectiva legenda, situa o local com pormenor para que não restem dúvidas quanto à sua localização, embora hoje em dia a casa esteja perfeitamente irreconhecível, dado que foi arrasada e edificada nova construção no seu lugar. Ora, se a casa deste senhor em 1925 era meeira, porque razão foi a estrema empurrada para perto do tanque, situado junto do caminho que liga Casal do Monte a Arrabalde? Vou deixar a pergunta no ar, talvez alguém me possa ajudar ou considerar a este propósito, mas que é estranho, é! Eu sei que toda esta fronteira com Roriz foi descurada e abandonada pelos responsáveis autárquicos e até religiosos de Galegos Santa Maria ao longo dos anos, contudo seria razão suficiente para permitir todas as ilegalidades e abusos cometidos nesta questão das estremas?

25/12/2008

Feliz Aniversário!

O Santa Maria Futebol Clube festeja hoje, 25/12/2008, mais um aniversário.
Como de costume, será celebrada uma Missa por todos os Fundadores, Sócios, Simpatizantes e Amigos já falecidos, no fim desta segue-se uma romagem ao cemitério para depositar uma coroa de flores em memória daqueles que já faleceram e à tarde haverá um jogo de futebol, entre a Direcção e os Veteranos.
No final, há jantar e bolo para festejar p aniversário.
Infelizmente, a tradição já não é o que era. As pessoas cada vez estão mais longe do Clube, não existe bairrismo ou paixão, a população dispersa-se por outras actividades ou fica comodamente em casa a gozar da lareira e da mesa sempre posta neste dia de Natal.
De qualquer modo, Parabéns Santa Maria Futebol Clube!

24/12/2008

23/12/2008

Será distracção?

Será distracção ou puro desleixo o que se está a passar em termos de iluminação pública em Galegos Santa Maria?
Não consigo perceber porque é que a iluminação pública, em particular na nova via entre Casa Nova/Trás-da-Fonte/Aldeia, está com um dúzia de candeeiros avariados, a acender e a apagar constantemente, alguns desligados permanentemente, e até hoje ninguém fez caso disso!
Embora compreenda que até é preciso poupar energia, a imagem que se passa é de autentica incúria, negligência e abandono pela zona, quer se queira quer não, nobre da freguesia.
Mais, a agravar a situação, a iluminação de Natal colocada na rotunda da Devesa está "apagada", não sei se avariada ou desligada, mas com os candeeiros públicos quase todos apagados, a rotunda está envolta pelas sombras e com aspecto de zona marginal, periférica e esquecida.
Faço um alerta às nossas autoridades autárquicas para que rapidamente solucionem estes problemas e encham de luz este local e outros, por ex., em frente às Escola Primária de Souto de Oleiros.
Natal é isso mesmo, é luz, brilho e alegria, e para que isso aconteça, temos de resolver estes problemas.
Ou será que alguns dos candeeiros apagados são a contrapartida pelo consumo da iluminação de Natal?´
Não quero nem pensar nisso, mas que já coloquei essa hipótese, ai isso já!
Vou estar atento e verificar o que vai acontecer após os "reis", quando a iluminação de Natal for retirada...

22/12/2008

Marco do Outeiro.

Hoje apresento o marco do Outeiro, ou o que dele resta, situado junto da capela de Santo António, que delimita as estremas entre Galegos Santa Maria e S. Miguel de Roriz.
Há cerca de dois anos, quando tirei a primeira foto, o marco estava no chão junto da entrada pedonal que o proprietário da casa adjacente tinha aberto para a rua.
Presentemente, com as obras levadas a efeito, alargamento da via e pavimentação, o marco foi integrado no muro, passando quase despercebido aos mais distraídos e àqueles que não conhecem a sua existência.
As estremas seguem daqui, passam por trás do moinho do "Mariana", edifício junto à ponte do "rio dos Castanheirinhos", atravessa pelo portão da vinha, situado no caminho poente, e acaba no monte Lombão.
No sentido contrário, em direcção ao monte do Facho, o limite segue pela agra da Parede, sobe por Arrabalde, a casa do falecido "Manuel das Duas" pertence a Galegos Santa Maria, e vai daí ao encontro de alguns marcos redondos, com uma cruz no topo (há gente em Roriz que afirma se tratarem de marcos a assinalar o local de antigos moinhos de vento!), situados nas bouças, logo acima daquela que tinha umas caleiras a conduzir água para perto do Robalo.
Mas este assunto será objecto de futuras mensagens mais pormenorizadas...

21/12/2008

Santa Maria F.C..

Taça A.F. Braga, 3ª eliminatória.
Hoje, o Santa Maria F.C. recebeu e bateu o Gandarela, modesta equipa que milita a 2ª divisão, série D, por um concludente 9-0.

18/12/2008

Toponímia.

Galegos Santa Maria ainda não tem toponímia aprovada, isto é, não deu nomes às ruas e números às portas para melhor identificação e localização dos habitantes e moradores da freguesia.
Temos assistido, lenta e progressivamente, ao espalhar desta novidade pelas freguesias vizinhas que, de uma forma mais ou menos elaborada, tem atirado essas freguesias para a vanguarda do progresso, em conformidade que a legislação aprovada entretanto.
Contudo, embora entenda que seja uma boa medida a nível legislativo, na prática parece-me irracional e irresponsável porque vai provocar o desaparecimento de muitos dos topónimos que hoje ainda são conhecidos pela maior parte das populações.
Sei que algumas ruas perpetuarão os nomes dos Lugares onde se encontram, mas será que alguém lembrará daqui a vinte, cinquenta anos quais os limites desses Lugares?
Entendo que o progresso é bom para todos, não podemos viver agarrados ao passado, só que, neste caso, é toda uma memória colectiva que está em jogo, que se diluirá nesta necessidade de cumprir a legislação, perdendo-se para sempre o passado histórico que os nossos antepassados preservaram e usaram ao longo de centenas de anos.
Para que tal não aconteça, avanço uma proposta, de entre muitas que possam existir noutras cabeças, talvez pouco consensual ou pouco abrangente, mas que passaria por preservar os nomes do Lugares, dando-lhes de seguida nomes à ruas, por ordem numérica e por extenso, nomes de personalidades ou acontecimentos, finalizando com o número da porta.
Por exemplo:
Lugar de Portela, Rua Cinco, nº 126
Lugar de Vessadas, Travessa 10 de Junho, nº 85
Lugar de Aldeia, Rua 1º de Dezembro, nº 23
Lugar do Eirôgo, Rua Oito, nº 1.
Creio que com esta regra, seria muito mais rápido, consensual e objectivo o trabalho que a Junta e a Assembleia de Freguesia terá que realizar a fim de também adaptarem Galegos Santa Maria aos novos critérios toponímicos, pelo que se a quiserem adoptar com certeza que será muito bem vista pela população e até pelas autoridades superiores que a terão de aprovar.
De qualquer maneira, desta forma ou outra, Galegos Santa Maria terá que adoptar rapidamente esta prerrogativa de identificação das ruas para que seja mais fácil procurar, encontrar ou localizar as moradas e as pessoas no emaranhado urbano da freguesia.

17/12/2008

Casa da Dª Samarina.

Esta é uma das casas com mais estilo existente em Galegos Santa Maria, conservando a traça original depois de ter sido recuperada há uns anos a esta parte.
Não sei o ano da construção nem tão pouco a sua história, só sei que ela pertencia a uma família abastada e ligada ao exército que estava radicada em Braga, funcionando como casa de campo aos fins-de-semana e durante as férias.
Lembro-me ainda de ver a sua proprietária, a Dª Samarina, pelo menos era assim que era conhecida, senhora de idade, acompanhada quase sempre por uma filha, suponho solteira, nos tempos que aqui permanecia, isto na década de setenta.
Posteriormente, talvez já na década de oitenta, por morte da Dª Samarina, a propriedade foi vendida e dividida em duas partes, uma pertence ao sr. Constantino (fundador da Luanda Peças), casa e eirado, e os terrenos agrícolas, a maior área da propriedade, pertence ao sr. Adelino Fonseca.

16/12/2008

Jantar-convívio do Santa Maria F.C..

Hoje, terça-feira 16/12/2008, realiza-se a ceia de natal do Santa Maria Futebol Clube. Nela participam, para além dos Órgãos Directivos do Clube e alguns amigos, todos os atletas que compõem os diversos escalões, desde as escolinhas até aos veteranos, para, em clima de festa e alegria, estreitarem os laços de amizade e relacionamento entre todos, particularmente dando a possibilidade de os mais novos estarem mais próximos dos mais velhos.
Esta tradição de reunir todos os escalões num jantar-convívio ainda é recente, uma vez que no início os jantares eram realizados, individualmente, por cada um dos escalões. Esta fórmula é seguramente mais agregadora e unificadora para todos os atletas e dirigentes, não há divisões e desconfianças entre escalões, todos são tratados de igual para igual e o espírito de unidade funciona como um todo.
Entretanto, o Santa Maria F.C. está muito próximo de comemorar mais um aniversário, será no dia 25 de Dezembro.
São 63 anos de vida, de muitas vitórias, alegrias, glórias e alguns orgulhos, mas também de derrotas, tristezas e momentos de revolta, é assim a vida das colectividades, o Santa Maria F.C. não é diferente das outras, o importante é seguir em frente, mostrar o nosso bairrismo e levar o nome de Galegos Santa Maria bem longe.
Viva o Santa Maria F. C..

15/12/2008

Alminhas do Souto

Alminhas do Souto
Pormenor das Alminhas Pormenor de uma das colunas
As Alminhas do Souto são uma versão actualizada e modernizada do período em que a Junta de Freguesia de Galegos Santa Maria foi dirigida pelo engenheiro João Esteves (1993/1996), já que estas estavam inseridas no muro que dividia a propriedade, agora ocupada com o prédio, e o domínio público, tal como podemos verificar em todas as outras espalhadas pela freguesia: Pena, Casal do Monte, Portela e Trás-da-Fonte.
Esta nova arquitectura e forma resultou de uma acesa luta política que aconteceu em 1992, entre aqueles que entendiam que com a edificação do prédio o espaço público poderia ficar integrado juntamente com o do prédio, dando outra envolvência e aspecto ao lugar, e aqueles que não concordavam e diziam que "iam roubar o largo do Souto" -o souto é nosso!, era o grito de revolta que se ouvia e ouviu após as eleições, uma vez que por esta razão ou outras que não importa agora discutir, a facção do contra acabou por sair vencedora, acabando por demarcar claramente os dois espaços tal e qual como hoje se verifica.
De referir que o parque de diversões, adjacente às Alminhas, sofreu recentemente obras de reconversão e renovação dos aparelhos, do chão e da vedação, adaptando-o às novas normas de higiene e segurança.
Por último, recordar que as colunas que sustentam a pequena galilé, são as que pertenciam à antiga capela de Santo Amaro.

14/12/2008

Chapa 5!

Não quis acreditar à primeira, mas è verdade, o Santa Maria F.C. goleou o Caçadores de Taipas por 5-0!
Tal como disse na passada segunda-feira (8/12/2008) ao antever esta jornada, os jogadores do SMFC acabaram por se transcenderem, encheram os pulmões, puxaram dos galões e deram uma "coça" ao primeiro da tabela classificativa.
Esperemos que não tenha sido obra do acaso e que a equipa tenha encontrado o caminho certo para chegar aos lugares cimeiros da classificação.
A ver vamos...

13/12/2008

Notícias.

Hoje, sábado, 13/12/2008, o Grupo de Jovens de Galegos Santa Maria levam a efeito a Festa das Crianças inserida nas festividades da Festa do Menino/2008.
A entrada é gratuita e as crianças serão brindadas com filmes, animações, workshopes, etc. e lanche.
Para além desta actividade, estão programadas as novenas em honra do Menino Jesus, com início marcado para o dia 15, sendo estas dinamizadas pelos diferentes grupos da paróquia, finalizando as festividades com a teatralização do nascimento de Jesus Menino na Missa do Galo.
Também para hoje está marcada a Ceia de Natal do Agrupamento 618 do Corpo Nacional de Escutas de Galegos Santa Maria, que reunirá todos os elementos do agrupamento e seus familiares e amigos, num fraterno, saúdavel e divertido convívio.
A Ceia está marcada para a Quinta Torres de Campos.

12/12/2008

Memória Paroquial.

Após o trágico e terrível terramoto de 1 de Novembro de 1755, que quase arrasou Lisboa e arredores, El-Rei D. José I e o Marquês de Pombal aproveitaram-se deste acontecimento para, como justificação para se inteirarem dos eventuais prejuízos ocorridos no resto do reino, recolher o máximo de informação sobre o que de mais importante haveria nas diversas paróquias, tendo para isso enviado aos párocos um extenso interrogatório ou inquérito, com cerca de 60 perguntas.
Deixo aqui a transcrição, respeitando a redacção original, dessa resposta por parte do Abade de Santa Maria de Galegos, Baltasar Ferreira da Silva, feita em 1758:
«Na Província de Entre Douro e Minho, Arcebispado de Braga, Comarca de Viana, Termo de Prado do qual é Senhor Donatário o Ilustríssimo e Excelentíssimo Marquêsde Minas, abrange dezoito freguesias e dois coutos, Azevedo e Manhente. No Vale de Tamel está situada a freguesia de Santa Maria de Galegos e no coração daquela a Igreja Matriz que é seu Orago a Senhora da Encarnação e tem três altares, um é o mor onde está colocado o Santíssimo e na parte da Epístola o senhor São José. Tem um colateral com o título de Senhora do Rosário da parte do Evangelho e outro da parte da Epístola com o título de S. Sebastião. Tem duas confrarias, uma do Santíssimo e outra da Senhora do Rosário. No centro da freguesia está a Igreja paroquial com includência de onze lugares com as titulações seguintes: S. João, da Igreja, Pena, Casa Nova, Souto de Oleiros, Portela, Casal do Monte, Outeiro, Fraião, Souto, Aldeia, Trás da Fonte, Revaldos, que bem contados fazem o número de treze. É padroeiro in solidum desta Abadia Pedro Lopes de Azevedo Pinheiro Pereira e Sá, e actual Senhor da Ilustre Casa de Azevedo e dos Coutos de Azevedo, Paradela e Rates. Tem de rendimento este benefício dois mil cruzados. Tem uma capela contígua à Igreja Matriz com o título de São João Baptista a qual é administrada pelos devotos da freguesia e ornada. Tem capela de Santo Amaro com pouca distância da Matriz que é do Abade desta freguesia, que no dia quinze de Janeiro com munta gente, com várias esmolas para o Santo e para a sistência de sua festa. Os frutos desta freguesia no que mais abunda é o milho alvo e o senteio, dos mais têm suficiência. Não tem juiz ordinário nem Câmera por ser esta freguesia sujeita às justiças da Vila de Prado como referi ao princípio. Serve-se do correio da Vila de Barcelos que dista meia légua, e da cidade de Braga duas e de Lisboa sessenta. Tem cinco fontes subterrâneas e algumas de água excelente. Atravessa esta freguesia da parte do Norte a dilatada serra de Oliveira, estende um braço té o reino de Galiza outro da parte do Sul de té São Tiago de Vila Seca aproximando-se junto ao mar do castelo de Esposende. Terá de comprimento té ao reino de Galiza doze léguas, de largura em partes meia légua, em partes mais de duas pouco mais ou menos. Para a parte de Esposende fará extensão de três léguas. Traz casa de perdizes, levres e coelhos, na parte que avezinha com esta freguesia. Tem sobreiros, castanheiros, carvalhos, nas fraldas pinheiros. Tem uma capela de S. Lourenço no ápice desta Serra que se festeja a dez de Agosto à qual concorre alguma gente de romaria. O temperamento é seco e quente. Pouca distância da capela mencionada estão pedaços de parede de altura de uma vara, em partes menos. O número de pessoas desta freguesia são duzentas e vinte e uma salvo erro. As paredes referidas são demonstrativo de que em outro tempo esteve na serra acima declarada Vila, ou castelo de Mouros porque consultadas as Crónicas do nosso Portugal se achava assaz povoado deles se o invicto Rei, e sempre Augusto D. Afonso Henriques, subsidiado da mão divina os não desbaratasse fazendo-lhes porfiada guerra. Consertada comigo por ser vizinho imediato. O Abade de S. Veríssimo, Domingos Gomes de Araújo. O Abade de Santa Maria de Galegos e sua Anexa de Salvador de Quirás, Baltasar Ferreira da Silva.»
Para os mais curiosos, deixo também imagens do texto original, pertença do Arquivo Nacional da Torre do Tombo, Lisboa:

11/12/2008

Iluminação Natalícia.

Portela
Rotunda Devesa
Centro Social
Centro Social
Já podemos constatar a iluminação natalícia proporcionada pela Junta de Freguesia e pelo Grupo de Jovens, em muitos locais de Galegos Santa Maria.
São particularmente visíveis nas entradas da freguesia e num ou outro local central, para além do Centro Social, já que na Igreja estão proibidas para não estragar as obras levadas a cabo recentemente.
Deixo aqui algumas fotos tiradas de propósito para ilustrar a notícia.
É sem dúvidas uma época bonita e agradável aos olhos, já que quase todas as casas e estabelecimentos comerciais se apresentam decoradas com as "luzinhas de natal" (made in china, para desgraça de muitos e com consequências ainda não totalmente contabilizadas em Portugal, na Europa e no resto do mundo), dando uma outra cor e alegria às noites frias e longas de Dezembro/Janeiro.
Aproveito, sei que ainda é cedo, mas mesmo assim, para desejar a todos um Feliz e Santo Natal, vivido no verdadeiro espírito natalício do nascimento de Jesus Cristo e tudo que Ele representa para a humanidade.

10/12/2008

Balneário Castrejo.

Foi, recentemente, considerado uma das 7 maravilhas de Barcelos.
As pessoas da freguesia de Galegos certamente estarão recordadas das escavações efectuadas nas "Grutas do Cuco", realizadas nos longínquos anos de 1978-79, quando se descobriu o que os arqueólogos chamaram de Balneário Castrejo de Galegos. Trata-se de um dos mais significativos vestígios da cultura castreja de Portugal e a sua grandiosidade e excelente conservação contribuiu grandemente para que se percebesse como funcionavam este tipo de construções já identificadas em muitos outros povoados, como em Sanfins (Paços de Ferreira), em Briteiros (Guimarães) e no Monte da Saia (Chorente, Barcelos). Convém dizer que o Balneário estava integrada numa pequena aldeia castreja cujos restos ainda são visíveis para norte do monumento, caso das muralhas e do fosso entulhado; depois, mais para cima, encontram-se facilmente os alicerces de algumas das casas e, por todo o lado, os restos de cerâmicas de construção e pedaços de louça com cerca de dois mil anos. Para que servia aquela construção?
Durante muito tempo, os arqueólogos discutiram qual a função destes monumentos, mas agora sabe-se que funcionavam como as actuais saunas: as pessoas sentavam-se nos bancos existentes na antecâmara e suavam com o calor provocado pelo vapor resultante da água lançada sobre pedras previamente aquecidas no forno, banhando-se depois no tanque de água fria existente na parte exterior. Actualmente, alguns investigadores levantaram a hipótese de se tratarem de locais onde se realizavam o culto das águas. É que os antigos viam em certos locais propriedades mágicas e às vezes curativas e logo organizavam rituais que lhes permitissem entrar em comunhão com as suas divindades. E é através do estudo e da valorização destes monumentos que nós entramos em contacto com o engenho e a arte dos nossos antepassados.
Intervenção realizada: 1979 por Armando Coelho Ferreira da Silva (A cultura castreja no Noroeste Português - 1986, pág. 56-58).

09/12/2008

Estremas com Tamel S. Veríssimo.

Hoje dou a conhecer os limites entre as Igrejas de Santa Maria de Galegos e São Veríssimo de Tamel registadas em 10/12/1752: Secção Registo Geral do Arquivo Distrital de Braga – livro número cento e setenta e três, folhas trezentas e dez a onze, verso – Tombo da Igreja de São Veríssimo de Tamel: “Começam estes limites no penedo que tem várias marcas, que fica junto do lugar de Trás da Fonte, da freguesia de Santa Maria de Galegos, e aí corre para poente a um alto que tem penedos junto à bouça das Foias e neste alto está um penedo que diz, medição em breve, e daí corre para o norte até uma que é dos casais de Campelo, terra da Igreja de São Veríssimo, os quais estão dentro deste distrito e também os que estão de fora sendo terras da Igreja de São Veríssimo como vai declarado e nesta parage tem a Igreja de Santa Maria de Galegos o dízimo inteiro em uns pedaços de terra que não são foreiros a Igreja de São Veríssimo e também a Igreja de Santa Maria de Galegos meio dízimo em uma leira que é do Morgado de Adães, que fica pegada ao marco do Couto de Manhente, na Agra de Galegos, e deste marco do Couto que está na Agra de Galegos vai correndo o limite para o poente até chegar ao rio do Poço Cavalar, pelos marcos do Couto de Manhente e aqui se acaba o limite de São Veríssimo de Tamel com Santa Maria de Galegos, freguesia vizinha da parte do norte, e nesta forma disse o dito Reverendo Abade de São Veríssimo de Tamel, Domingos Gomes de Araújo, que havia por feita a acabada esta descrição dos limites desta sua Igreja com a Igreja de Santa Maria de Galegos pois a fizera bem e na verdade e sem ódio nem afeição alguma e assinou com ele Doutor Juiz do Tombo que mandou se lhe fizessem estes autos de reconhecimento conclusos para os sentenciar e eu João Francisco de Oliveira escrivão do Tombo o escrevi. Conclusos ao senhor Doutor Juiz do tombo, aos vinte e sete de Setembro de mil setecentos e quarenta e nove anos.”
Por aquilo que tenho conhecimento, não existem grandes divergências em relação ao traçado que apresento na imagem acima, embora, penso, existam algumas questões de pormenor, onde o bairrismo prevaleceu em detrimento da realidade, prova disso foi o desaparecimento dos marcos do couto de Manhente que ligavam a Agra de Galegos até ao rio do Poço Cavalar.
Seriam pelo menos dois ou três!
A quem interessou retirar os marcos?
Com que intenção?
Porquê?
São tantas as perguntas e as dúvidas que surgem, e para as quais ficaremos sem resposta, porque os mais antigos já se foram e os actuais nada sabem disso, restando-nos o acordo tácito e pacífico que vigora entre as duas freguesias.
Mas é preciso estar atento e vigilante, haverá sempre gente com interesse e vontade de alterar aquilo que deveria permanecer conforme o legado dos nossos antepassados.
Além do mais, hoje, com as novas tecnologias e meios disponíveis, as autarquias já podem ter conta e controlar as suas fronteiras de uma maneira prática e sem problemas, basta quererem.
Sei que a actual Junta de Freguesia de Galegos Santa Maria tem uma empresa especializada a procurar, organizar e provar as suas fronteiras face às vizinhas, pelo que estou convencido que mais cedo ou mais tarde tudo ficará clarificado, até lá continuemos atentos e vigilantes.

08/12/2008

Santa Maria F.C.

O Santa Maria F.C. deslocou-se neste domingo á Graça para defrontar a equipa local, tendo ganho por 2-1.
Com esta vitória, a equipa da nossa terra sobe ao 8º lugar, com 17 pontos, menos 6 que o líder, o Taipas, que soma 23 pontos.
Quanto à próxima jornada, a 12ª, será um bom teste para avaliar as capacidades do Santa Maria F.C., uma vez que defrontará o Caçadores das Taipas.
Normalmente estes encontros são mais empolgantes e motivadores para as equipas mais mal posicionadas na tabela classificativa, pelo que esperemos que o SMFC dê uma ar da sua graça, ganhando ao Taipas, e desta forma possa animar a equipa a conseguir chegar aos lugares cimeiras.
Boa sorte para domingo, 14/12/2008.

07/12/2008

Obituário

Faleceu hoje o Sr. António Lopes Coelho, de 83 anos, morador no Lugar de Portela.
Era marido da Dª Luísa Souto Cardoso e pai da Conceição, Silvina, Maria do Ceú, Luís, Francisco, João e dos padres José Luís e João David.
O funeral realiza-se amanhã, 08/12/2008, pelas 15:30 horas, e o seu corpo encontra-se em câmara ardente na casa mortuária.
A todos os familiares os sinceros pêsames pela perda do seu ente querido.
Paz à sua alma.

05/12/2008

Plano de Urbanização - Debate.

Aconteceu ontem, dia 04/12/2008, no salão paroquial, o debate sobre o Plano de Urbanização de Galegos Santa Maria, com uma boa afluência de público.
Estiveram presentes, para responder e esclarecer os interessados, o vereador do Planeamento e Urbanismo da C.M. Barcelos, eng. Marinho, e o responsável pelo projecto, o arquitecto Mogadouro.
Nesta sessão foram esplanadas, em traços gerais, as diversas etapas porque passou a elaboração deste processo, a sua execução e as consequentes burocracias que fizeram prolongar no tempo a aceitação do projecto pelas autoridades competentes, a forma como este foi planeado e organizado, as metas traçadas e os objectivos que se pretendem alcançar.
No espaço dedicado às perguntas e respostas, notou-se que havia alguns discursos preparados por aqueles que mais são "prejudicados" por este plano, com algum nervosismo à mistura, mas em menor escala em relação àquilo que por aí constava.
Há com certeza muitas coisas a reformular, a repensar e modificar, isso ficou patente na reunião, que os responsáveis autárquicos levarão em conta, assim como as muitas reclamações entregues durante o debate público, no seguimento do processo, pelo que as pessoas, os interessados, devem aguardar com serenidade os próximos desenvolvimentos sobre este assunto. Estou convencido que haverá melhorias a contento dos proprietários e directos interessados.
Pena é que nestas sessões apareçam sempre algumas pessoas que não saibam distinguir entre o fundamental e o acessórios, trazendo problemas e questões que nada dizem respeito àquilo que se está a discutir, mas enfim!
Aguardemos por mais notícias sobre este assunto e até lá, o melhor será continuar a fazer pressão para que as alterações propostas sejam reconhecidas e contempladas no plano, para bem de todos, para bem de Galegos Santa Maria.

04/12/2008

Descubra as diferenças!

Marco de Penelas
Marco da Agra de Galegos Marco do Monte dos Bois
Descubra as diferenças entre estes três marcos!
Não encontrou nada de diferente? Pois não, todos contém a inscrição "MIDE / Vilar / 1615" que assinalam e demarcam o território do antigo couto do Convento de S. Martinho de Manhente, concedido em 1128 a Gomes Ramires por D. Afonso Henriques.
Como estes deveriam existir, pelo menos, mais três ou quatro. Um, no vale do Talho (Galegos S. Martinho), outro em casa do Joham de Trellafonte (Galegos Santa Maria) e mais dois, pelo menos, depois do situado na Agra de Galegos, já que os de S. Veríssimo fazem referência, na descrição dos seus limites com Galegos Santa Maria de 1752, a outros marcos -"e deste marco do Couto que está na Agra de Galegos vai correndo o limite para o poente até chegar ao rio do Poço Cavalar, pelos marcos do Couto de Manhente".
Como já disse noutro post, os de S. Veríssimo são os únicos a referirem-se explicitamente aos marcos do couto de Manhente como pontos de divisão entre as duas freguesias, pelo que estranho muito terem começado a utilizar o de Penelas, acima documentado, como referência!
Não tenho dúvidas nenhumas, embora não possua provas disso, que para perto da casa do "Armindo Alfaiate" ou do "Barqueiro" (casebre ao lado do Armindo) existiria um marco, esse sim, de divisão entre Manhente e Galegos Santa Maria, que alinharia direito ao limite norte da propriedade do Bogas e daí para casa da senhora Luísa Esteves.
Será que alguém sabe mais sobre este assunto?
Não haverá nenhuma prova escondida, estrategicamente?
Com que intenção ou finalidade foram estes marcos arrancados?
E o mais estranho é que até 1855, altura em que definitivamente terminou o concelho de Prado e passamos para a jurisdição de Barcelos, estes problemas não existiam, de certeza absoluta. Foi a partir daí que os problemas começaram, aliás, não só com os de Manhente, com os de S. Martinho também, mas isso será para o post seguinte...

03/12/2008

Penelas.

Vista do sentido Souto de Oleiros / Penelas
Largo de Penelas com a célebre oliveira
Esta mensagem é dedicada ao Amigo José Esteves Faria, 75 anos, radicado no Brasil.
Sei que partiu de Portugal muito cedo, deixando para trás muitos familiares e amigos em Galegos Santa Maria, particularmente no lugar de Penelas, por isso cá vão duas imagens desse lugar para recordar.
Não serão propriamente as imagens que recorda, mas como já lá vão 50 e tal anos, o tempo e o progresso não param, é uma boa forma de fazer a comparação entre aquilo que se recorda e o presente.

02/12/2008

Sessão de esclarecimento.

Parece notícia do pós 25 de Abril de 74, com as célebres sessões de esclarecimento levadas a cabo para educar a população para a democracia, diziam os organizadores...
Mas não, esta sessão será para apresentar o Plano de Urbanização e esclarecer a população, ou pelo menos os interessados, sobre o que se pretende com este.
Estará presente o arquitecto responsável pelo mesmo, creio que Mogadouro, e está agendada para o próximo dia 4 de Dezembro, pelas 20:30 horas, na sede da Junta de Freguesia.
A sessão é livre e aberta a todos, pelos que todos devem participar, até para que se acabem de vez com mal entendidos e más interpretações deste plano de urbanização.
Ao que parece, há por aí muita boa gente indignada e preocupada, sem razão em alguns casos, com o plano e as suas consequências para o futuro, pelo que será uma boa altura para exorcizar os fantasmas e procurar saber a verdade, embora muitas vezes esta não seja propriamente aquilo que nos tentam impingir em determinada altura ou tempo, mas isso são outras contas.
A não esquecer, quinta-feira, 04/12/2008, pelas 20:30 horas na sede da Junta de Freguesia apareçam com espírito aberto e dispostos a tirar todas as dúvidas que porventura tenham, Galegos Santa Maria agradece.

01/12/2008

Taça A.F. Braga

O Santa Maria F.C. deslocou-se ontem a Barqueiros para aí disputar a 2ª mão desta eliminatória com o Necessidades F.C., tendo ganho por 0-3. Com esta vitória, o SMFC passa à fase seguinte, já que tinha ganho na primeira mão por 7-3 no Campo da Devesa em 02/11/08.
Recordo que o SMFC já ganhou por duas vezes esta competição.
A primeira vez na época 1984/1985, numa disputa acérrima contra o Amares, que nesta época lutou nas duas frentes contra o SMFC, para o campeonato e taça, tendo o SMFC conseguido levar a melhor nas duas provas. Esta época foi a mais gloriosa para o Clube, já que conseguiu subir pela primeira vez à III Divisão Nacional e ganhou, também, pela primeira vez a Taça A.F.Braga.
Na época 2001/2002, contra o Prado, ganhou a segunda Taça.